Tendências que vão dominar 2026 e como a 42WE transforma isso em produto de verdade
- Marcelo Clemente
- 19 de dez. de 2025
- 5 min de leitura
2026 vai separar quem “faz software” de quem entrega produto escalável, com hardware, dados, segurança e operação no mundo real. A tendência não é uma tecnologia isolada. É convergência: conectividade mais forte, sensores mais baratos, IA mais acessível e uma pressão brutal por eficiência, rastreabilidade e conformidade.
O Brasil está pronto para essa virada porque o básico está se consolidando. A maioria das empresas já tem conexão robusta: 92% das empresas brasileiras com 10 ou mais pessoas ocupadas estavam conectadas via fibra óptica em 2024, e 28% já contratavam velocidades acima de 500 Mbps. Isso muda o jogo para telemetria, cloud, dashboards e integrações em tempo real. Do lado do consumidor e do operador em campo, 84% da população com 10 anos ou mais já era usuária de Internet em 2024, cerca de 159 milhões de pessoas, e 60% acessavam apenas pelo celular. Ou seja: produto que não nasce mobile e conectado já nasce velho.
A seguir, as tendências que realmente vão dominar 2026 e o que a 42WE ganha quando entra como parceira ponta a ponta.

1) IA aplicada, saindo do hype para o chão de fábrica, estrada e lavoura - Tendências que vão dominar 2026
Em 2026, IA vira recurso padrão, não diferencial. A diferença competitiva estará em “IA com dados bons, no tempo certo, com governança”. No Brasil, a adoção já começou a aparecer com números concretos: a pesquisa TIC Empresas estima um total de 65.529 empresas que utilizaram aplicações de IA.
O próximo passo é óbvio: levar IA para decisão operacional. Isso significa:
IA para manutenção preditiva, reduzindo parada e custo de manutenção
IA para inspeção visual em linha de produção
IA para detecção de anomalia em telemetria de frota e máquinas
IA para triagem e priorização em rotinas clínicas e engenharia clínica, com rastreabilidade
O que trava a maioria das empresas não é “falta de IA”. É falta de arquitetura de dados, instrumentação, integração e validação em ambiente real. A 42WE entra forte aqui porque consegue desenhar o ecossistema completo: sensores, firmware, gateway, conectividade, pipeline de dados, cloud, dashboard e a lógica de decisão.
2) IoT e dispositivos inteligentes como infraestrutura de negócio
IoT em 2026 não será “projeto piloto”. Será infraestrutura. A TIC Empresas mostra que 14% das empresas utilizavam dispositivos inteligentes ou IoT, o que traduz como cerca de 70.546 empresas.
O salto em 2026 vem com três movimentos:
Padronização de telemetria e eventos
Confiabilidade de hardware e firmware, com atualizações seguras
ROI direto em redução de perdas, energia, manutenção e incidentes
Aqui é onde muita empresa se perde, porque compra peças separadas e não fecha o ciclo. Produto bom em IoT é produto que “não para”, reporta dados consistentes e permite evolução. Isso exige engenharia de produto, não só desenvolvimento.
3) 5G e conectividade distribuída acelerando produtos em campo
Quando conectividade melhora, produto conectado vira padrão. Em julho de 2025, o 5G já tinha chegado a mais de 1.500 cidades e alcançava cerca de 70% da população, segundo o Ministério das Comunicações. Na prática, 2026 amplia o espaço para:
Telemetria com mais frequência e menos latência
Monitoramento remoto mais confiável
Edge computing em máquinas e veículos
Operações com mais segurança e automação
No agro e no transporte, isso vira vantagem competitiva porque muda o nível de controle. E onde ainda falta cobertura, vence quem projeta bem: armazenamento local, sincronização inteligente, compressão, tolerância a falhas e operação offline first.
4) Cibersegurança e conformidade como requisito de venda
Em 2026, segurança deixa de ser “camada final”. Vira requisito de contrato, especialmente em indústria, saúde e transporte. E isso não é só criptografia: é gestão de identidade, atualização segura, trilha de auditoria, segregação de dados, logs e resposta a incidentes.
O ponto estratégico: segurança bem feita acelera vendas porque reduz barreira de TI e compras corporativas. Quem já entrega produto com segurança embarcada, documentação e rastreabilidade fecha mais rápido e com ticket maior.
5) Produtos orientados a dados, dashboards e decisões em tempo real
Dashboard em 2026 não é “tela bonita”. É cockpit operacional. A tendência é substituir relatórios e achismos por:
Indicadores de produção, qualidade e eficiência
Alertas de anomalia e predição
Gestão de ativos, calibração e conformidade
Visão executiva e visão técnica no mesmo sistema
O Brasil já está maduro para experiências digitais contínuas, mas com uma realidade importante: muita gente acessa só pelo celular. Isso empurra soluções para UX simples, performance e clareza, com foco em ação.
Cases exemplificáveis para 2026, do jeito que o mercado compra
Abaixo, exemplos de “cases possíveis” que ajudam a vender porque são reais no tipo de dor, mesmo quando o cliente muda:
Case 1: Agronegócio, sensores e telemetria para produtividade e risco
Um sistema de sensores e telemetria para monitorar solo, clima e operação de máquinas, gerando alertas de irrigação, falha e desperdício. O valor está em reduzir perda e aumentar previsibilidade. A 42WE entra entregando o kit completo: hardware resistente, firmware estável, conectividade, cloud, painel e integração com ERP ou plataforma do cliente.
Case 2: Transporte, IoT e segurança operacional
Telemetria de frota com leitura automatizada de eventos, comportamento de condução, consumo, temperatura e manutenção. Em 2026, o diferencial é unir isso com segurança e auditoria, transformando telemetria em política operacional. A 42WE constrói o dispositivo embarcado, a plataforma e os dashboards para operação e diretoria.
Case 3: Indústria, sistemas embarcados e automação escalável
Gateway industrial e módulos embarcados para coletar dados de máquinas legadas e novas, publicar eventos em nuvem e habilitar manutenção preditiva. Aqui o ganho é tirar o “apagão de dados” do chão de fábrica e criar um fluxo confiável. A 42WE fecha do circuito eletrônico até a visualização e o ciclo de melhoria.
Case 4: Saúde, precisão, rastreabilidade e integração com software
Na saúde, produto só existe se for preciso, seguro e rastreável. A lógica é: medir, validar, registrar e auditar. A 42WE tem fit claro nesse tipo de entrega: integração entre equipamento, aplicativo e relatório, com trilha de conformidade e experiência simples para o usuário técnico.
Por que a 42WE ganha em 2026
Porque 2026 pune “meia solução”. O mercado quer parceiro que:
Reduz risco técnico e risco de escala
Entrega integração real entre hardware, firmware e cloud
Prova valor rápido e sustenta operação por anos
Constrói produto para evoluir, não para virar dívida técnica
Se a sua empresa quer lançar um produto novo, ou transformar operação com dados e automação, o caminho mais curto é trabalhar com quem domina o ciclo inteiro, do conceito ao campo.
Palavras-chave: tendências 2026, inovação tecnológica, desenvolvimento de produto, indústria 4.0, IoT, inteligência artificial, sistemas embarcados, automação industrial, dashboards em nuvem, telemetria, 5G, cibersegurança, transformação digital, agronegócio digital, tecnologia para transporte, tecnologia para saúde, engenharia de produto, integração hardware e software, produtos conectados, 42WE



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